Durante a semana, são realizadas oficinas nas escolas municipais, aliando a cultura hip hop com o tema da semana “HIV – Prevenção é a saída. Tamo junto nessa fita!”, em alusão ao laço vermelho, símbolo da luta contra a Aids.
(Veja as oficinas).
Para o prefeito, a organização conjunta da programação oportunizou às equipes da prefeitura ampliar o conhecimento sobre a cultura hip hop. "A semana é resultado de um trabalho inclusivo, que mostrou a força transformadora da cultura hip hop. O nosso esforço e apoio é para que o movimento possa seguir autônomo e forte na sua missão", afirmou Fortunati.
O secretário da Juventude, Luizinho Martins, que liderou o projeto na prefeitura,destacou o caráter descentralizado da programação, a fim de levar a cultura à população das diversas regiões da cidade.Inovações - Na reunião de jovens e experientes talentos do movimento na Capital, o prefeito anunciou o avanço de conquistas que incentivarão ainda mais o desenvolvimento das manifestações culturais.
A prefeitura trabalha para viabilzar a instalação da Casa do Hip Hop, que será um espaço de referência para o movimento. Ainda de acordo com Fortunati, está em fase final de montagem o estúdio para a cultura popular de Porto Alegre. Em parceria com diversas manifestações culturais da cidade, a proposta é dar acesso aos músicos à gravação dos seus trabalhos. "Quem vai definir e organizar a utilização do estúdio serão os próprios movimentos culturais, de forma integrada", destacou o prefeito.
Saúde - Durante a semana, serão realizadas oficinas nas escolas municipais, aliando a cultura hip hop com o tema da semana “HIV – Prevenção é a saída. Tamo junto nessa fita!”, em alusão ao laço vermelho, símbolo da luta contra a Aids. Bboys, Dj’s, Grafiteiros e Mc’s promoverão oficinas nas escolas municipais durante a 6ª Semana do Hip Hop de Porto Alegre, divulgando suas artes e o engajamento que o movimento possui com a batalha contra os problemas sociais.

A programação do evento está disponível no site www.semanahiphop.com.br. História - O hip-hop emergiu em meados da década de 1970 nos subúrbios negros e latinos de Nova Iorque, onde guetos enfrentavam diversos problemas de ordem social. Neste contexto, nasciam diferentes manifestações artísticas de rua, formas próprias, dos jovens ligados ao movimento hip hop, de se fazer música, dança, poesia e pintura. O berço do hip hop brasileiro é São Paulo, onde surgiu com força nos anos 1980, dos tradicionais encontros na rua 24 de Maio e no Metrô São Bento, de onde saíram muitos artistas reconhecidos como Thaíde, DJ Hum, Styllo Selvagem, Região Abissal, Nill (Verbo Pesado), Sérgio Riky, Defh Paul, Mc Jack, Racionais MC's, Doctor MC's, Shary Laine, M.T. Bronks, Rappin Hood, entre outros.
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Texto de: Carolina Seeger
Edição de: Paulo Tomás Velho Cardone
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